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~/BRAZILIAN/FW/03/FW #03-09
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                          9=-=-=--Protocolos--=-=-=9

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                                    Draco

           Muita gente quer ser o hacker mal nesta droga de net mas nem mesmo
           sabem o que é protocolos.
           Quero por esta matéria explicar o mínimo de protocolo mas para que
           vocês precisam saber de protocolo?

           Para programar, escrevendo um programa de comunicaçao você precisa
           saber o formato do protocolo para que serve etc.
           Para saber como funciona a bosta do seu pc e a net em geral.
           Também para se tornar um cara mais esperto.

           DNS

           Domain name system (sistema de dominios) gerencia os nomes,
           distribuindo-os hierarquicamente. O DNS nada mais é que o nome de
           dominio da maquina ou seu IP exemplo:

           www.pimpolho.com.br ou 200.324.4.87

           Deste modo com o DNS é dado os tributos etc.
           Suas aplicaçoes usam normalmente um IP de 32 bits para abrir
           a conexao. O IP é especificado em RFCs, 883 e 973.
           Assim seria necessario um enorme banco de dados com o IP de
           cada maquina da terra. Como isto é impossivel nos temos vários
           servidores interligados como um sendo ponto de apoio de outro.

           Onde usar isto?

           Com protocolo IP se pode trabalhar muito em cima de programas de
           comunicaçao com pc's remotos neste caso nao se precisa especificar
           o tipo do protocolo em uma linguagem que presta apenas colocando
           IP o interpretador de comandos (compilador) já sabe do que se trata

           Aqui vai um pequeno soquete para URL usando IP em java:

           ------------------------Corta

           import java.net.*;
           import java.io.*;
           class myURL{
           public static void main(String args[]) throws Exception{
           int c;
           URL hp = new URL ("htp","127.0.0.1",80"/");
           URLConnection hpcon = hp.openConnection();

           ---------------Corta

           SMTP

           Quando você utiliza o correio eletronico você esta se utilizando
           de uma conexao TCP/IP isto nada mais é que SMTP, no processo de
           transferencia se mapeia o nome da maquina de destino (DNS) e após
           abre uma conexao TCP com o servidor do correio, repare neste
           processo é como se você fosse o servidor do correio ou vice versa
           que é o que realmente acontece você se torna ambas as partes
           cliente e servidor.

           Onde usar isto?

           Com protocolo SMTP se pode trabalhar muito em cima de programas de
           comunicaçao com clientes e servidores de correio eletronico.
           Uma boa sacada é usar este protocolo em java para especificar este
           protocolo em java se usa:

           -------------------Corta

           import java.net.*;
           import java.io.*;
           class SMTP{
           public static int portaServ = 25;
           public static int portCli = 25 = (Main = new Main ("Main",
           "foi@net.com,25,"/")
           Main Connection = Main.openConnection ();
           public static DatagramSocket ds;
           public static byte buffer [] = new byte [tam_buffer];
           public static void OClient () throws
           while (true)

           --------------------Corta

           Neste caso é apenas um pequeno soquete que estabelece conexao
           na porta 25.

           SNMP

           É o protocolo que define o gerencimento de redes que neste caso
           sao escritos em documentos RFC-1155, RFC-1157.
           Trabalha também se utilizando de processos TCP/IP, SMTP, gateways
           hosts etc.
           Ele na verdade trabalha com váriaveis de modo que lhe de um valor
           e espera um outro em troca modificando-os e dando tantos outros
           como resposta, é bem no esquema de um telnet da vida.

           Onde usar isto?

           Sistema usuario e cliente ou sistema de gerenciamento de redes
           estas drogas da vida. Eu ouvi falar de um programa escrito neste
           modo onde travava o prompt do server e lançava 50 senhas a cada
           5 segundos com um user name qualquer. Eu nao tenho aqui um soquete
           com snmp mas creio eu que ajuntando os dois lá de cima e trabalhando
           com uma propriedade de controloe de variaveis você possa se virar.

           Isto é o que eu acho que se deva frisar ou o que é de mais
           importante a cerca de protocolos ou seja os principais IP, TCP/IP
           SMTP, SNMP pelo menos é o que mais se usa. Vou colocar um texto
           excelente do professor Lemos sobre protocolos onde vocês vao
           poder entender melhor de vários tipos de protocolos de rede ele
           é super interessante e muito importante para tudo que se conhece
           sobre hack.
           Todos os créditos ao professor Lemos da Universidade Veiga
           de Almeida.

           UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
           Trabalho sobre Protocolos de Redes
           Professor: Lemos
           Data 28/04/97

           PROTOCOLOS
 
           UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
           Trabalho sobre Protocolos de Redes
           Professor: Lemos
           Data 28/04/97
 
           PROTOCOLOS
 
           Equipe: Tarcisio Gonçalves Cabral                  94100567-0
                   Ingrid                                     95100010-0

           INTRODUÇÃO
           
           Da experiência obtida no projeto de redes, vários princípios,
           surgiram, possibilitando que novos projetos fossem desenvolvidos
           de uma forma mais estruturada que os anteriores. Dentre esses
           princípio se destaca a idéia de estruturar a rede como um conjunto
           de camadas hierárquicas, cada uma sendo construída utilizando as
           funções e serviços oferecidos pelas camadas inferiores.

           Cada camada deve ser pensada como um programa ou processo,
           implementado por hardware ou software, que se comunica com o
           processo correspondente na outra máquina. As regras que governam a
           conversação de um nível N qualquer são chamadas de protocolo de
           nível N.

           O projeto de protocolos em níveis é a maneira mais eficiente de se
           estruturar  uma rede. Uma vez definida claramente a interface
           entre os diversos níveis, uma alteração na implementação de um
           nível pode ser realizada sem causar impacto na estrutura global.

           Para permitir o intercâmbio de informações entre computadores de
           fabricantes distintos tornou-se necessário definir uma arquitetur
           a única, e para garantir que nenhum fabricante levasse vantagem em
           relação aos outros a arquitetura teria que ser aberta e pública.
           Foi com esse objetivo que a International Organization for
           Standardization (ISO) definiu o modelo denominado Reference Model
           for Open Systems (OSI) [ISO 84, ISO 92], que propõe uma estrutura
           com sete níveis como referência para a arquitetura dos protocolos
           de redes de computadores.

           Embora o modelo OSI da ISO possa ser usado tanto em redes de longa
           distância quanto em redes locais, ele foi, em principio, pensado
           para o uso em redes de longa distância.

           As organizações internacionais de padronização podem ser
           classificadas pelo seu enfoque técnico e por sua estrutura
           geográfica e política. As organizações internacionais importantes
           para o tópico de redes de computadores são: a ISO(International
           Organization for Standardization), a IEC(International
           Electrotechnical Commission), e o ITU-T (International
           Telecommunications Union) que corresponde ao antigo CCITT
           (Comité Consultatif Intarnational Télégraphique et Téléphonique),
           o qual mantém uma relação  estreita com o CCIR (Comité Consultatif
           International des Radiocommunications). A ISO lida também com
           padrões que não são abordados pelos outros órgãos, por exemplo,
           padrões de mecânica, química etc. Por existir uma certa
           superposição entre a ISO e a IEC, com respeito a atividades em
           tecnologia da informação, foi formado o JTC 1 (Joint Technical
           Committee 1), que é o responsável final pela padronização de LANs
           e MANs. Entre outras responsabilidades, o ITU-T é o responsável
           final pelas recomendações (ITU-T utiliza a palavra recomendação ao
           invés de padrão) sobre as RDSI (Redes Digitais de Serviços
           Integrados).

           Vários padrões são definidos em trabalho conjunto dos vários
           órgãos nacionais e internacionais. Importante na definição de
           padrões para redes locais de computadores é o IEEE (Institute of
           Electrical and Electronics Engeneers), que submete suas propostas
           através da ANSI.

           A ANSI é um dos órgãos mais importantes no estudo de redes.
           O instituto é estruturado em campos técnicos independentes,
           denominados ASCs (Accredited Standards Commitees).

           O objeto de estudo do ASC denominado T1 é telecomunicações. É
           neste comitê que se concentram os grupos que tratam das RDSI em
           banda larga (B-ISDN), ATM e SONET. A rede FDDI (Fiber Distributed
           Data Interface) é objeto de padronização do grupo de trabalho
           X3t9.5 .
 
           Através do protocolo as fases de estabelecimento, controle,
           tráfego e encerramento, componentes da troca de informações são
           sistematizadas. O protocolo desempenha as seguintes funções :
          
           Endereçamento: especificação clara do ponto de destino da
           mensagem;
           Numeração e seqüencia: individualização de cada mensagem, através
           de número  seqüencial;
           Estabelecimento da conexão: estabelecimento de um canal lógico
           fechado entre fonte e destino .
           Confirmação de recebimento : confirmação do destinatário, com ou
           sem erro, após cada segmento de  mensagem .
           Controle de erro : detecção e correção de erros .
           Retransmissão : repetição da mensagem a cada recepção de
           mensagem;
           Conversão de código : adequação do código às características do
           destinatário;
           Controle de fluxo :manutenção de fluxos compatíveis com os
           recursos disponíveis.
           
                               MÉTODOS DE ACESSO
                             
           Além dos protocolos, os equipamentos envolvidos no processamento
           do teleprocessamento tem que estar dotados de programas que lhes
           permitam as transações de comunicação de dados, isto é,
           necessitam de competentes métodos de acesso a esses protocolos.

           É definido como o suporte de programação necessário ao
           desenvolvimento das transmissões e informações. Os métodos de
           acesso projetados para controlar terminais assíncronos BSC, mais
           usados são :

           Þ BTAM (Basic Telecomunications Access method )
           Þ QTAM (Queud telecomunications Access Method )
           Þ TCAM (Telecomunications Access Method )
           Þ RJP ( Remote Job Processing )
           Þ RJE (Remote Job Entry )
           Þ CRJE ( Conversational Remote Job Entry )

           Com o aumento da demanda nas redes e conseqüente necessidade de se
           evitarem sobrecargas e/ou congestionamentos nas arquiteturas  de
           redes mais tradicionais foi desenvolvida a arquitetura SNA
           (Systems Network Architecture), que usa o método de acesso
           ACF/VTAM ( Advanced Communications Function/Virtual
           Telecommunication Access Method ). Nessas redes emprega-se o
           protocolo SDLC (Synchronous Data Link Control ) controle de
           alcance de dados síncronos.

           Nas redes SNA a inteligência é distribuída ao longo de todo o
           circuito estando presente na UCP, UCC, nos modens nos
           controladores de terminais e,até, nos terminais .

           Para as redes de comutação por pacote, a CCITT propõe atualmente a
           utilização do protocolo denominado X-25 .
   
           PROTOCOLO X.25
           
           Com o objetivo de permitir que os fabricantes de computadores e
           equipamentos de transmissão de dados desenvolvam software e
           hardware para ligação de um computador  a qualquer rede pública do
           mundo , bem como facilitar o trabalho de interconexão de redes , o
           CCITT criou uma série de padrões para redes públicas comutadas por
           pacotes , conhecida como recomendações da série X, em particular a
           recomendação X.25, que descreve  o protocolo padrão de acesso ou
           interface entre o computador e a rede .
       
           De um modo geral , as redes de comutação de pacotes caracterizam-se
           por um eficiente compartilhamento de recursos da rede entre
           diversos usuários e pela aplicação de tarifas baseadas no volume
           efetivo de dados transmitidos .

           O uso da técnica de pacotes proporciona um elevado padrão de
           qualidade. A determinação do caminho mais adequado para
           transmissão de um conjunto de pacotes permite contornar situações
           adversas decorrentes de falhas no sistema ou de rotas
           congestionadas.

           Além disso, sofisticados procedimentos de detecção de erros, com
           retransmissão automática de pacotes, produzem valores de taxa de
           erros dificilmente obtidos em outras redes.
   
           NÍVEIS DO PROTOCOLO X.25 
           
           A arquitetura do protocolo X.25 é constituída de três níveis :
           físico, quadro e pacotes.

           Os níveis de protocolo X.25 coincidem com os respectivos padrões
           da OSI (Open Systems Interconnection) da ISO (International
           Standards Organizations ), conforme a figura abaixo:
     
           Compatibilidade de níveis da OSI/ISO.
        
           RECOMENDAÇÕES  X.3,  X.28,  e X.29   
           
           Pelo fato de ser bastante elaborado, oprotocolo X.25 implica
           recursos normalmente não disponíveis em equipamentos de dados
           mais simples e de baixo custo, como é o caso dos terminais
           assíncronos.

           Para permitir o acesso desses terminais,as redes comutadas de
           pacotes possuem interface PAD (Packed Assembler/Diassembler), cuja
           função principal é exatamente o empacotamento e o desempacotamento
           de dados, ou seja, o PAD recebe os caracters originadod por um
           terminal START/STOP e forma pacotes para  transmissão através de
           rede, executando a operação inversa no sentido rede/terminal.
           Dessa forma pode-se dizer que o PAD atua como um conversor de
           protocolo, conforme a figura abaixo:
    
           As especificações para acesso à rede comutada de pacotes, via
           interfaces PAD,  constam das recomendações X.9, X.28 e X.29 do
           CCITT, como na figura abaixo.
 
           O PAD pode ser visto pela rede como um terminal X.25 . No entanto,
           isto não obriga que o PAD seja um equipamento à parte do nó de
           comutação da rede, ou seja, esta função pode estar residente no
           mesmo hardware que o resto das funções do nó.
           
           RECOMENDAÇÃO  X.32 
           
           Esta recomendação do CCITT define os aspectos funcionais e os
           procedimentos de interface terminal/modem, permitindo permitindo
           o acesso de um terminal modo pacote (que opera com X.25) a uma
           rede de pacotes, através de uma rede comutada por circuitos. No
           caso  do Brasil essa recomendação atenderá a interligação de
           terminais , trabalhando com protocolo X,25, acessando à Renpac via
           rede telefônica (acesso comutado).

           Três serviços poderão ser suportados pela recomendação X.32:
           serviço não identificado, onde o usuário não será vínculo
           comercial com a empresa mantenedora da rede de pacotes ( no
           Brasil, a empresa é a Embratel com a Renpac); serviço
           identificado, onde o usuário terá vinculo comercial com a empresa
           mantenedora da rede de pacotes; serviço personalizado, que
           atenderá o  usuário com vínculo comercial e com características de
           serviços compatíveis  com as suas necessidades, tais como
           identidade do ETD, método de identificação do ETD, endereço do ETD
           e registro, designação de canais lógicos , facilidade opcionais
           (locação temporária, rediscagem de segurança).
   
           PROTOCOLO BSC  
           
           Esse protocolo foi desenvolvido originalmente pela IBM
           (International Business Machines) com o objetivo de permitir a
           transmissão síncrona entre computador e periféricos remotamente
           localizados . Atualmente, este protocolo encontra-se bastante
           difundido e suas versões são implementadas em diferentes
           equipamentos .

           O protocolo BSC é utilizado em ligações ponto a ponto ou
           multiponto, com ligações dedicadas ou comutadas . ele pode
           aceitar três códigos específicos de transmissão: EBCDIC, ASCII,
           TRANSCODE (código de 6 bits), operando no modo half-duplex .
              
           PROTOCOLO  START / STOP 
           
           Por ser muito antigo, é também muito simples em relação aos
           atuais protocolos, sendo utilizado em terminais de vídeo não
           bufferizados, terminais telex, impressoras de alta velocidade .
           Utiliza básicamente seis caracteres especiais para o controle de
           linha:  início de bloco; procedimento de seleção; resposta
           positiva; resposta negativa; erro na linha; fim de transmissão,
           reset .
                   
           PROTOCOLO   SDLC   
           
           Protocolo síncrono desenvolvido pela IBM em 1974 para atender a
           arquitetura SNA (Systems Network Architeture) em transmissões
           half ou full-duplex, com configurações ponto a ponto ou
           multiponto, em linhas comutadas ou permanentes, trabalhando com
           uma estrutura de quadros (ou frames), no formato abaixo :
           
           FLAG 8 bits     ENDEREÇO 8 bits CONTROLE 8 bits INFORMAÇÃO 8 bits
           FCS 16 bits     FLAG 8 bits
                  
           Tal protocolo proporciona uma melhor utilização do canal de
           comunicação por poder operar em full-duplex, permitindo o envio de
           até 7 quadros consecutivos sem a necessidade de confirmação
           individual de recebimento de cada quadro por parte da estação
           receptora (mecanismo de janela de transmissão) . Isso não
           acontece em protocolos half-duplex (ex: protocolo BSC), onde,
           para cada mensagem enviada, a estação transmissora fica esperando
           uma confirmação (positiva ou negativa) da estação receptora .
           Este tempo de espera do transmisorpor uma resposta do receptor é
           reduzido significativamente em protocolos full-duplex .

           Suas principais características são :

           Þ  A orientação a bit (e não a caractere) .
           Þ  A transparência de códigos ( pode ser utilizado qualquer código)
           Þ  Controle de fluxos entre as estações .
           Þ Controle de erros através da numeração de quadros .
           Þ  Geração de FCS através da ténica CRC .
           Þ Recuperação de erros através de retransmissão (requisitada ou
           por decurso de tempo) .
           Þ  Operação full-duplex .
           
           PROTOCOLO  HDLC   
           
           Protocolo desenvolvido pela ISO em 1979 com o objetivo de
           padronizar um protocolo orientadoa bit para transmissão de dados
           síncronos half ou full-duplex, com configuração onto a ponto ou
           multiponto, em linhas comutadas ou permanentes .

           Basicamente, é identico ao protocolo SDLC, com pequenas variações,
           tais como :

           Þ O campo de controle de supervisão,além dos comandos RR, RNR e
           REJ, possui o comando SREJ (Selective Reject - Rejeição Seletiva)
           com os bits 3 e 4 assumindo os valores 11 .
           Þ O campo de informações possui tamanho variável, não
           necessariamente múltiplo de 8 bits, podendo conter de 1 bit até
           um tamanho máximo em torno de 2 kbytes .
  
           ETHERNET
           
           Extensões à Rede Ethernet

           O objetivo das tecnologias discutidas é aumentar a vazão das redes
           Ethernet atuais (padrão IEEE 802,3), o que obviamente implica em
           algumas modificações. A idéia é fornecer uma alternativa de
           crescimento natural, principalmente, para o padrão 10BASE-T.

           Existe uma grande confusão sobre o que realmente estende uma rede
           Ethernet. Na realidade, a maioria das propostas se distanciam
           bastante das redes IEEE 802.3, indicando que o termo Ethernet é ]
           utilizado muito mais por razões ligadas a marketing do que por
           razões técnicas. Para efeito dessa discussão,consideramos como
           extensões de redes Ethernet às redes locais que fornecem taxas
           superiores aos 10 Mbps (half duplex) fornecidos pelas redes 802.3,
           mantendo, do ponto de vista das estações, o acesso baseado no
           CSMA/CD.

           As LANs tradicionais utilizam técnicas baseadas no
           compartilhamento da banda passante. Nessas LANs, o sistema de 
           comunicação é compartilhado pelas estações segundo regras
           definidas por um método de acesso, no caso das redes Ethernet, o
           CSMA/CD.
                  
	  IEEE 802.3 100BASE-T (Fast Ethernet)

          A especificação de nível físico 100BASE-T é responsabilidade do
          grupo de estudo IEEE 802.3u. Segundo essa especificação, as
          estações são interligadas a um hub, por ligações ponto a ponto,
          segundo a topologia em estrela. A subcamada MAC definida no padrão
          IEEE 802.3 (método de acesso CSMA/CD) é utilizada sem nenhuma
          modificação. A especificação 100BASE-T engloba as opções de nível
          físico 100BASE-TX, 100BASE-T4 e 100BASE-FX, uma interface padrão
          denominada MII e um repetidor 100BASE-T.
          
	  Switches Ethernet

          Embora existam vários produtos no mercado, não existem padrões de
          jure para os switches Ethernet. A idéia utilizada pelos switches
          é segmentar, ou microsegmentar, à rede, para melhorar seu
          desempenho, fornecendo a cada uma de suas portas, que podem estar
          ligadas a uma ou mais estações, uma taxa de transmissão na rede
          igual à do seu enlace de entrada/saída.

          Os switches usualmente suportam as implementações Ethernet
          (IEEE 802.3) de 10 Mbps, sem alterar a subcamada MAC. é também
          usual encontrar switches onde as portas operam com velocidades
          diferentes, alguns deles permitem conexões de até 100 Mbps em suas
          portas, utilizando a especificação de nível físico 100BASE-T.

          Os switches são independentes do meio de transmissão. O tipo de
          meio que pode ser ligado a uma de suas portas é uma questão de
          implementação, sendo possível ligar segmentos com diferentes meios
          de transmissão, a portas diferentes de um mesmo switch. As
          restrições impostas pelo padrão IEEE 802.3 aplicam-se para as redes
          que utilizam switches, por exemplo, segmentos com no máximo 100
          metros quando o nível físico é o 10BASE-T, tamanho mínimo de  64
          octetos para o quadro MAC 802.3 etc.

          Existem basicamento dois tipos de switch. No primeiro, a comutação
          é feita por software. Esses switches operam tipicamente da seguinte
          forma: o quadro, depois de recebido através de uma de suas portas,
          é armazenado em uma memória compartilhada. O endereço de destino é
          analisado, e a porta destino obtida de uma tabela de endereços por
          um algoritmo usualmente executado em um processador RISC. Em
          seguida, o quadro é transferido para a porta de destino. No
          segundo tipo de switch a comutação é feita por hardware. Esses
          switches são, na maioria dos casos, implementados com tecnologia
          ASIC (Application Specific Intergrated Circuit). O modo de operação
          usual desses switches é o seguinte: assim que recebem e armazenam o
          cabeçalho dos quadros, eles processam o endereço de destino e
          estabelecem um circuito entre as portas de origem e de destino,
          enquanto durar a transmissão do quadro.
          
          IEEE 802.9 (Ethernet Isócrona)

          Tipicamente, os usuários de redes locais necessitam de serviços
          de transmissão de dados e voz, entre outros, para desempenhar suas
          tarefas.Esta demanda impulsionou o desenvolvimento de soluções
          baseadas na integração de diversos serviços em uma rede única.
          Visando oferecer soluções para integração de serviços no âmbito
          das redes locais, o IEEE desenvolveu o padrão IEEE 802.9,
          intitulado "Integrated Services (IS) LAN Interface at the Medium
          Access Control (MAC) and Physical (PHY) Layers". Esse padrão define
          uma interface para acesso a serviços integrados, denominada ISLAN,
          fornecidos com base em redes públicas ou privadas, como por
          exemplo: RDSI, FDDI e todas as redes IEEE 802.

          O leitor atento deve ter notado que o padrão 802.9 não foi
          elaborado com o intuito de estender apenas redes 802.2 (Ethernet),
          mas sim de permitir que usuários de redes locais (qualquer uma
          delas) possa acessar serviços de transmissão de voz, dados etc.,
          de forma integrada, através de uma única conexão a rede.

          O padrão IEEE 802.9 define uma rede na qual podem ser ligados
          ISTEs (Integrated Services Terminal Equipments), estações que
          manipulam exclusivamente dados, estações que só processam voz,
          redes locais 802 ou FDDI, e redes que forneçam serviços RDSI. O
          uso de adaptadores de terminais (Terminal Adapter-TA) permite a
          ligação direta à interface 802.9 de terminais cuja operação não é
          compatível com a interface ISLAN.

          Os serviços integrados são fornecidos aos ISTEs através da
          interface ISLAN, que é atendida por uma unidade funcional chamada
          AU (Access Unit). Os ISTEs são conectados por fios UTTP à AU.
          Assim, olhando segundo a perspectiva de um ISTE, sua interface de
          nível físico o conecta à AU e os serviços que ele utiliza são
          fornecidos pela, ou através da AU.

          A AU acomoda dois tipos de cenário. No primeiro deles, a ISLAN
          funciona como uma LAN isolada, onde a AU fornece toda a
          infra-estrutura de transmissão necessária para atender aos
          serviços requisitados pelos ISTEs. Nesse cenário, a AU funciona
          como um switch. No segundo cenário, a ISLAN serve como interface
          de acesso par um ambiente baseado em um backbone formado por uma
          LAN IEEE 802, por uma FDDI, por uma RDSI privada (por exemplo,
          implementada por um PBX) ou por uma RDSI pública. Nesse cenário, a
          AU atua como uma unidade de interconexão (interworking unit) para
          o sistema que fornece o serviço de comunicação. Combinações dos
          dois cenários também são possíveis.
          Ao contrário do que acontece na LANs IEEE 802, o meio de
          transmissão que interliga o ISTE à AU não é compartilhado,
          consistindo em uma ligação ponto a ponto dedicada.

          O escopo do padrão IEEE 802.9 (interface ISLAN) limita-se à
          definição da ligação do ISTE à AU. Nessa ligação é transportada
          uma cadeia de bits, onde são multiplexados pacotes de dados, voz
          vídeo, facsímile etc., em canais isócronos.

          A arquitetura da AU definirá o esquema de arbitração que irá
          controlar o acesso a seus recursos e ao meio de transmissão que
          liga os ISTEs a ela própria. A arquitetura da AU não é definida no
          padrão 802.9, sendo responsabilidade dos implementadores.

          A arquitetura IEEE 802.9 define um nível físico, mais sofisticado
          que o das outras LANs IEEE 802, utilizando a multiplexação por
          divisão no tempo (TDM). A multiplexação é especificada para ser
          capaz de transferir taxas múltiplas de 4,096 Mbps em quadros
          isócronos gerados em uma freqüência de 8KGHz. A referência
          [IEEE 1994] fornece especificações para uso de suportes TDM a
          4,096 Mbps e 20,48 Mbps, baseados em quadros com 64 e 320 slots
          de um octeto.

          A multiplexação dos diversos serviços transportados nos octetos do
          quadro TDM é função de uma subcamada do nível físico denominada
          HMUX (Hybrid Multiplexing). Os procedimentos de gerenciamento da
          subcamada HMUX, combinados com extensões para sinalização RDSI,
          definem o mecanismo que permite estabelecer e liberar canais,
          de forma transparente e dinâmica, de acordo com os serviços
          requisitados pelos usuários. Os tipos de canais definidos no
          padrão são:

          1. Canal D: canal full-duplex, onde são transmitidos pacotes a
          uma taxa de 16 ou 64 Kbps. O canal D é usado para fornecimento
          dos serviços de controle de chamadas através da família de
          protocolos Q.93x definida em recomendações do ITU-T.

           2. Canal B: canal de 64 Kbps, full-duplex, com acesso isócrono.
           No quadro TDM 802.9, foram definidos dois slots para canais B.
           O padrão IEEE 802.9 não define nenhum MAC para este tipo de canal,
           cuja utilização pode basear-se em comutação de circuitos ou de
           pacotes. O canal B foi concebido para transmissão de voz
           codificada em PCM, porém pode ser utilizado para transmissão
           de qualquer serviço isócrono que utilize 64 Kbps.

           3. Canal C: canal isócrono, full-duplex, cuja banda passante é um
           múltiplo de 64 Kbps. O "C" da denominação de circuitos.
           A denominação Cm é usada para identificar um canal com um
           tamanho de m x 64 Kbps. Os canais C comportam-se normalmente
           como os canais RDSI B e H, exceto por poderem apresentar uma
           banda passante igual a qualquer múltiplo de 64 Kbps, o que não
           acontece com os canais RDSI, que limitam-se as taxas aprovadas
           pelo ITU. Alguns exemplos da equivalência são: C1 = B = 64 Kbps;
           C6 = H() = 384 Kbps; C24 = H11 = 1,536 Mbps; C30 = H12 = 1,920
           Mbps. A banda passante alocada para os canais C depende das
           aplicações. O padrão também não define uma subcamada MAC
           específica para os canais C. Exemplos típicos de utilização
           de canais C incluem a transmissão de imagens e vídeo.

           4. Canal P: canal full-duplex, usado para transmissão de pacotes
           (daí o "P"). O canal P suporta os serviços MAC 802 para
           transmissão de dados. Na versão atual do padrão, só existe
           um canal P definido por interface ISLAN. O tamanho mínimo do
           canal P é definido pelos requisitos das aplicações, e, nos casos
           onde a AU atua como interface de acesso a uma LAN, depende das
           características desta LAN. Por exemplo , se for uma rede
           IEEE 802.3, o canal P deve oferecer uma banda passante de
           10 Mbps.

           5. Canal AC: canal full-duplex, isócrono, de 64 Kbps, utilizado
           para transportar informações relativas ao procedimento de
           arbitração request/grant. Esse canal é usado para controlar o
           acesso ao canal P para transporte de MPDUs.
           
           MODELO OSI DA ISO
           
           A ISO (International Organization for Standardization) é uma
           organização internacional fundada em 1946 que tem por objetivo a
           elaboração de padrões internacionais.Os membros da ISO são os
           órgãos de padronização nacionais dos 89 países membros. O
           representante do Brasil na ISO é a ABNT e o representante dos
           EUA é o ANSI, como mencionamos. A ISO é organizada em Comitês
           Técnicos (Technical Committees - Tcs) que tratam de assuntos
           específicos. O TC97 trata da padronização de sistemas de
           processamento de informações. Os TCs possuem subcomitês (Scs)
           que por sua vez são divididos em grupos de trbalho ( Working
           Groups - Wgs).

           O desenvolvimento de um padrão ISO começa quando alguma das
           organizações nacionais acha necessário elaborar um padrão e
           submete à ISO uma proposta inicial, denominada WD (Working
           Document). É então formado um WG que trabalha gerando um DP
           (Draft Proposal). O DP é divulgado e os membros da ISO tem
           seis meses para analisá-lo e votá-lo. Se a maioria dos votantes
           for favorável, um documento revisado chamado DIS (Draft
           Inernational Standard) é produzido e dibulgdo. Um novo período de
           seis meses é definido para análise e votação. Se o documento  for
           aprovado ele se torna finalmente um IS (International Standard).
           
           Conforme documento da ISO [ISO 84, ISO 92 ], é permitir uma base
           comum que permita o desenvolvimento coordenado de padrões para a
           interconexão de sistemas... O padrão fornece um esquema conceitual
           que permite que equipes de especialisatas trabalhem de forma
           produtiva e independente no desenvolvimento de padrões para cada
           uma das camadas do RM-OSI.

           O RM-OSI, por si só não define a arquitetura da rede, porque
           não especifica com exatidão os serviços e protocolos de cada
           camada. Ele simplesmente "diz o que cada camada deve fazer".
           Entretanto, elaboram documentos que definem com precisão serviço
           e protocolos das camadas do RM-OSI, que são publicados como
           padrões internacionais.

           Dois Sistemas distintos que seguem o RM-OSI podem não permitir
           a troca de informações entre si, pois para que a troca de
           informações seja possível é necessário que ambos tenham opções
           compatíveis de serviço/protocolo para todas as camadas do modelo.
           
           Terminologia adotada no RM-OSI

           Descrito na figura abaixo. Um serviço representa um conjunto de
           funções oferecidas a um usuário por um fornecedor. O serviço
           oferecido por um fornecedor é acessado por um usuário através
           de um pornto de acesso ao serviço (Service Access Point - SAP).

           Ptos de acesso ao Serv (N)
                                                                                                
           Camada   (N)
           Ptos de acesso ao serv (N-1)                                                               
           Camada   (N-1)

           Elementos ativos das camadas são denominados entidades. Estas
           podem ser de software (um processo) ou hardware (uma placa de
           interface de rede).

           Entidades da mesma camada em máquinas deferentes são denominadas
           pares ou parceiras. Cada camada, a partir da primeira implementará
           a que vier a seguir, assim sucessivamente até a camada 7, que
           fornece serviços aos usuários de comunicação OSI.

           Um serviço pode ser confirmado, não-confirmado ou iniciado pelo
           fornecedor.
           Devemos observar a fugura abaixo para melhor entendimento.
           
           Solicitante                           SAP   SAP Acolhedor                                                         
           Confirmado
           Não Confirmado
           Indicado pelo Fornecedor
           Service.REQUEST (Invocada pelo usuário solicitante);
           Service.INDICATION (Entregue pelo fornecedor do serv ao usuário
           que aceita o servico);
           Service.RESPONSE    (Invocada pelo usuário que aceita o serviço);
           Service.CONFIRMATION (Entregue ao solicitante pelo fornecedor).
           
           Modo de transmissão orientado à conexão É dividido em três fases:
           
           Þ Estabelecimento da concexão. (define parâmetros e opções para a
           realização do serviço). T-CONNECT.request-> T-CONNECT.indication ->
           T-CONNECT.response  -> T.CONNECT.confirmation;

           Þ Transferência de dados. (os usuários do serviço trocam dados).
           T-DATA-request + dados a serem transmitidos -> T-DATA.indication;
           
           Þ Liberação da conexão. (a ligação entre os usuários é desfeita).
           Existem três formas para se desfazer a ligação entre os usuários:

           1. Conexão ordenada, onde ambos concordam com o encerramento da
           conexão;

           2. Por solicitação de um dos usuários a qualquer momento;

           3. Por solicitação do fornecedor a qualquer momento.
           
           Modo de transmissão não-orientado à conexão É feita através da
           transferência de dados de um SAP de origem para um ou mais SAPs
           de destino, sem qu para isso seja feita a conexão entre eles.
           Todas as informações são enviadas através de uma única primitiva,
           Service.REQUEST.
           
           Modelo OSI possui sete níveis de protocolos

           Þ Nível Físico - Fornece características mecânicas, elétricas e
           funcionais para habilitar, manter e desabilitar conexõs em
           entidades de nível de enlace;

           Þ Nível de Enlace - Detecta e corrigi erros que possam ocorrer no
           nível físico.

           Possui um mecanismo de controle de fluxo para evitar que o
           receptor receba mais dados do que possa processar. O transmissor
           saberá quel o espaço disponível do buffer do receptor em um dado
           momento.

           Þ Nível de Rede - Fornece ao nível de transporte uma
           independência quanto a considerações de chaveamento e roteamento
           associadas ao estabelecimento e operação de uma conexão em rede.

           Þ Nível de Transporte - É a garantia de que um pacote cheque ao
           seu destino, isolando os níveis superiores para a transmissão de
           rede.  

           A comunicação é fim a fim, a entidade de nível de transporte
           da máquina de origem se comunica com a entidade do nível de
           transporte da máquina de destino. Pode não acontecer nos níveis
           anteriores entre máquinas (vizinhas) na rede.

           Possui três importantes funções:

           1. Multiplexação - Várias conexões de trnsporte partilhando a
           mesma conexão de rede. (utilizada quando a conexão de transporte
           não gera tráfego suficiente para ocupar toda a capacidade da
           conexão de rede por ela utilizada);
           2. Splitting - Uma conexão de transporte ligada a várias conexões
           de rede. Aumenta a vazão de uma conexão de transporte através da
           utilização de várias conexões de redes simultaneamente;
           3. Controle de Fluxo - Utilizado para evitar que o emissor envie
           mensagens numa taxa maior do que a capacidade que o receptor tem
           de recebê-las, extravazando sua capacidade de armazenamento.

           Þ Nível de Sessão - Permite estruturar os circuitos oferecidos
           pelo nível de transporte. Os principais serviços fornecidos por
           este nível são: Token, controle de diálogo e gerenciamento de
           atividades.

           É permitida a transmissão de dados nos dois sentidos, porém ele
           é half-duplex. (Sistema que comporta transmissão bidirecional
           apenas alternadamente. Também denominado meio-duplex).

           Þ Nível de Apresentação - Sua função é de realizar transformações
           adequadas, antes de seu envio ao nível de sessão. Em relação a
           textos, criptografia, conversão de padrões de terminais e
           arquivos para padrão de rede e vice versa.

           Os serviços oferecidos por este nívl são: transformação de dados,
           formatação de dados, seleção de sintaxes e estabelecimento de
           manutenção de conexões de apreesntação.

           Þ Nível de aplicação - São definidas funções de gerenciamento e
           mecanismos genéricos que servem de suporte a aplicações
           distribuídas. Por exemplo, para que seja viável o intercâmbio
           entrre usuários, o usuário de nível de aplicação poderá utilizar
           um elemento de serviço chamado ACSE (Association Control Service
           Element).

           Além dos elementos de serviço genérico existem elemntos de
           serviço específicos de cada protocolo de aplicação, como FTAM
           (File Transfer, Access and Mangament), o DS (Directory Service),
           e o MHS (MESSAGE Handling System).
           
           Representação gráfica da arquitetura  OSI

           Aplicação
           Apresentação
           Sessão 
           Transporte 
           Rede 
           Enlace 
           Físico 
           
           Transmissão de dados no modelo OSI

           " O processo começa com a entrega dos dados a serem transmitidos
           pelo usuário para uma entidadee do nível de aplicação no sistema A.
           Os dados do usuário recebem a denominação UNIDADE DE DADOS DO
           SERVIÇO (Service Data Unit - SDU), sendo eles, nesse caso, a SDU
           dos níveis de aplicação. A entidade da comada de aplicação junta
           aos dados do usuário um cabeçalho denominado informação de Cotrole
           do Protocolo (Protocol Control Information - PCI). O objeto
           resultante dessa junção é chamado Unidade de Dfados do Protocolo
           (Protocol Data Unite - PDU). A PDU é a unidade de informação
           trocada pelas entidades pares, ao executar o protocolo de uma
           camada, para fornecer o serviço que cabe à camada em questão.
           A PDU do nível de aplicação (cabeçalho + dados  do usuário) é
           então passada para o nível de paresentação.
                       
           A entidade do nível de apresentação trata a unidade que recebe da
           mesma forma que o nível de aplicação trata os dados do usuário
           (a PDU do nível de aplicação é um SDU no nível de apresentação),
           e acrescenta seu cabeçalho, compondo assim a PDU do nível de
           apresentação. Esse processo continua até o nível de enlace, que
           geralmente acrescenta um cabeçalho e e um fecho, que contém uma
           Frame Cheeck Sequence (FCS) para detecção de erros. A PDU do
           nível de enlace que é denominada quantro (frame), é transmitida
           pelo nível físico através do meio de trransmissão, depois de
           agregar ao quadro seu cabeção e seu fecho. Quando o quadro é
           recebido pelo destinatário o processo inverso ocorre. À medida
           que a unidade de dados vai sendo passada para as camadas
           superiorees, cada camada retira o cabeçalho e o fecho que foi
           acrescentado por sua entidade par  na origem, executa as
           operações do protocolo de acordo com a informação contida no
           cabeçalho, e passa a unidade de dados para camada superior. O
           processo se encerrra com o usuário no sistema remoto B recebendo
           os dados enviados pelo usuário do sistema A."

           PROTOCOLOS COM RESERVA
           
           Os protocolos baseados em reserva foram desenvolvidos inicialmente
           para redes de satélites. Essas redes têm de lidar com um atraso
           de propagação grande quando comparado comm o de uma rede local ou
           metropolitana, fazendo com que a rezão entre o tempo de propagação
           e o tempo de transmissão do quatro (parâmetro a) possua um valor
           alto, o que limita o desempenho dos métodos de acesso senvíveis a
           variações nesse parâmetro, por exemplo, os métodos baseados em
           contençao e em passagem de permissão explícita. Para contornar o
           problema, em algumas redes de satélites as estações que possuem
           quadros para transmitir fazem reservas no ciclo corrente para
           transmitir no próximo. Os ciclos usualmente possuem tamanho fixo.
           
           O aumento na velocidade e na distância dos enlaces das redes
           locais e metropolitanas fez com que as condições dessas redes se
           tornassem semelhantes à das redes de satélites: nas redes locais
           de alta velocidade e nas rede metropolitanas, o parâmetro a também
           possui valores elevados. Assim, muitas das idéiaas usadas nos
           protocolos desenvolvidos para redes de satélite foram adaptadas
           às redes de alta velocidade e distâncias metropolitanas.

           1. Método IFFO

           O método IFFO (Interleaved Frame Flush-Out) [Wieslthier 80)
           baseia-se em ciclos de tempo consistindo em um slot de status,
           slots reservados e slots alocados por contenção, como mostra a
           figura abaixo. A fronteirra entre as duas últimas classess de
           slots é definida pelo número de reservas.O slot de status ë
           subdividido em minislots um para cada nó da rede, e é usado pelos
           nós para fazerem reservas.

                             Reservas   para
			     o próximo ciclo
			   
           Status
           Contenção
           Status
           Slots Reservados
           Contenção

           Ciclo n                               Ciclo n + 1

           A operação básica do método é a que segue. Quando chega um quadro
           para transmissão durante o intervalo de tempo alocado aos slots
           reservados do ciclo n - 1, o transmissor de fazer uma reserva no
           slot de status do próximo ciclo (ciclo n) para transmitir o
           quadro no ciclo n + 1. O mesmo vale para os quadros que chegam
           durante o último slot dos que são alocados por contenção.

           2. CRMA

           O método CRMA (Cyclic-Reservation Multiple Access) [Nassehi 90]
           supõe que os nós são interconectados segundo a topologia em barra
           dobrada (folded buus). As estações transmitem na barra A (barra
           de transmissão e recebem na barra B (barra de recepção).

           Slots livres são gerados pelo headend. Um bit no cabeçalho do slot
           indica se seu estado é livre ou ocupado. Os slots sãqo agrupados
           em ciclos de comprimento varável. O headend (primeiro nó na barra
           de transmissão e último na barra de recepção) é o encarregado
           pela definição dos ciclos que são iniciados através do envio de
           um comando start cycle. Um ciclo termina quando outro comando
           start cycle inicia o próximo ciclo. Podem existir vários ciclos
           simultaneamente na barra, por exemplo, caso 50 slots estejam
           sendo transmitidos simultaneamente na barra, os 15 primeiros
           podem fazer parte do ciclo N, os 10 seguiintes do ciclo N + 1 e
           os 25 restantes do ciclo n + 2. O comprimento dos ciclos é
           definido pelo número de resservas feitas através de um mecanismo
           de reserva.
                      
           PROTOCOLOS DE ACESSO EM REDES ÓTICAS
           
           Os componentes eletrônicos usuais operam em taxas de transmissão
           da ordem de até poucas dezenas de Gbps (Gegabits por segundo).
           Componentes óticos possuem potencial para no futuro suportar
           taxas da ordem de Tbps (Terabits por segundo) [van As 94b]. As
           redes óticas atualmente diisponíveis desdobram a enorme banda
           passante do meio de transmiissão ótico (cerca de 30 Thz [Sudhaker
           94]) através de multiplexação por divisão de comprimento de onda
           (Wavelength - WDM). O uso da técnica WDM tem se tornado possível
           graças a recentes avanços na tecnologia fotônica (photonic
           technology) [Ramaswami 93]. Utilizando os novos dispositivos
           óticos, é possível multiplexar e demultiplexar dezenas ou mesmo
           centenas de canais de alta velocidade (por exemplo 1Gbps), com
           comprimeentos de onde diferentes, em uma única fibra ótica. Se
           uma apresentação resumida dee alguns dos métodos de acesso
           propostos para esse tipo de rede.

           Slotted-Aloha/PA

           O método de acesso Slotted-Aloha/PA (Polite Access) [Sudhaker 94]
           foi proposto para redes óticas multicanais com topologia em
           estrela passiva.

           Em uma rede em estrela passiva ideal, a energia do sinal
           luminoso recebido através de uma das portas de entrada do nó
           central é dividida igualmente entre as portas de saída. Dessa
           forma, o acoplador da estrela passiva atua como um meio de
           difusão do sinal.

           O método presume que os dispositivos transmissores e receptores
           podem ser sintonizados em qualquer canal multiplexado e
           receptores podem ser sintonizados em quaalquer canal multiplexado
           da rede. São utilizados N canais para transmissão de dados e um
           canal de controle. Cada canal é fisicamente implementado em um
           dos comprimentos de onda do conjunto   {l1, l2, ..., lN } e o
           canal de controle é associado ao comprimento de onda l0. Todos
           os receptores ociosos monitoram o canal de controle l0. Os nós
           da rede podem transmitir e receber em qualquer um dos canais de
           dados e no canal de controle. Para que ocorra uma comunicação, o
           receptor deve ser informado sobre o canal que será usado pelo
           transmissor para lhe enviar um quadro.

           TDMA-C

           O método de controle de acesso TDMA-C (Time Division Multiple
           Access With a Control channel) [Bogineni 92] foi também
           desenvolvido para a topologia em estrela passiva. 

           O TDMA-C pressupõe que os nós possuem um transmissor sintonizável
           e dois receptores, um poara monitorar permanentemente um canal de
           controle e o outro para ser sintonizado em um dos canais de
           comprimento de onda usados para transmitir dados.

           Cada nó adicionalmente possui um minislot dedicado, em um ciclo
           no canal de controle. Um minislot carrega o endereço do
           destinatário e o número do canal no qual um quadro será
           transmitido. Os quadros possuem tamanho varável. Cada nó tem
           permiissão para transmitir um quadro por ciclo.

           Todos os nós matêm duas tabelas que refletem o estado dos nós de
           destino e dos canais de comprimento de onda, respectivamente.
           Essa informação é deduzida da oobservação dos miniislots no canal
           de controle.

           Depois de inspecionar suas tabelas, um nó, que deseja traansmitir,
           inicialmente sintoniza no canal de controle e preenche seu
           minislot no sentido de avisar o nó receptor que irá lhe enviar
           um quadro através do canal especificado no minislot. Depois
           disso, o transmissor sintoniza no canal de comprimento de onda
           selecionado e transmite um quadro.

           Um nó ao identificar seu endereço em um minislot no canal de
           controle, lê no mesmominislot a identificação do canal dee
           comprimento de onda que será usado pelo transmissor para lhe
           enviar um quadro e ajusta seu receptor para o referido
           comprimento de onda.

           AMTRAC

           A rede AMTRAC é também multicanal, utilizando a topologia em
           barra dobrada [Chlamtac 88].

           Cada nó ajusta seu receptor em um canal de comprimento de onda
           fixo. Um canal de recepção pode ser de uso exclussivo de um nó
           ou compartilhado por alguns poucos nós.

           Para transmitir, os nós selecionam o canal do destinatário. O
           controle do acesso simultâneo a um mesmo canal é feito através
           de um mecanismo semelhante ao usado no CSMA/CA. O acesso é
           controlado por ciclos com duração constante consistindo em
           vários minislots ou pontos de escalonamento. Um nó possui um
           minislot em cada canal, embora a pposição do minislot seja
           diferente em cada um deles. Os nós só podem começar a transmitir
           nos pontos de escalonamento definidos por seus minislots. Quando
           chega a vez de um nó, ele sente o meio e, se o canal onde ele
           deseja transmitir estiver livre, inicia sua transmissão. Se,
           por outro lado, o canal selecionado estiver ocupado, devido a
           uma transmissão realizada por outro nó cujo minislot está
           posicionado anteriiormente no ciclo, a estação não transmite e
           espera o próximo ciclo para verificar o  estado do canal. Nesse
           ínterim, o nó pode tentar transmitir em outro canal para outro
           destinatário.
           
           Pipeline

           Na rede em anl Pipelinee (Chlamtac 93], cada nó transmite em um
           comprimento de onda específico. A recepção é realizada através
           da sintonização no canal de comprimento de onda apropriado
           (definido pelo transmissor). A transmissão ocorre em slots.

           Subcanais de controle com baixa taxa de trransmissão são usados
           para evitar que dois quadros endereçados ao mesmo destinatário
           seejam transmitidos em canais de transmisssão diferentes
           simultaneamente. A finformação transmitiida nos subcanais
           de controle também é utilizada para instruir o recptor sobre o
           comprimento de onda que ele deve sintonizar para receber o
           próximo quadro.

           Os subcanais de controle podem ficar dentro de um canal de
           comprimento de onda compartilhado por todos os nós, ou podem
           ficar espalhados nos canais de de comprimento de onda deedicados
           dos nós. O acesso aos subcanais de controle é baseado em slotas
           que têm a mesma duraçãao de tempo que os slots de dados.

           Se um nó deseja transmitir, ele deve monitorar os slots de
           controle do destinatário alvo no subcanal de controle desse nó.
           Quando encontra um slot vazio, ele escreve nesse slot a informação
           de sintonização (o comprimento de onda de seu canal de trnsmissão)
           , transmitindo um segmento de dados no pröximo slot de seu canal
           de transmissão.

           O receptor ao receber a identificação de um canal de transmissão
           em um de seus slots de controle, sintoniza seu dispositivo de
           recepção no comprimento de onda desse canal, e lê o quadro
           transportado no próximo slot do canal.

           PROTOCOLOS DE ACESSO COM PRIORIDADE

           A proliferação de redes locais induziu um grande número de
           aplicações que exigem requisitos bem diferentes do sistema de
           comunicação. Em particular, os requisitos de tempo de acesso,
           desempenho e outros podem variar de tal modo que a otimização
           de acesso para uma dada aplicação pode resultar em uma degradação
           de acesso para outra, até um ponto insustentável.

           A necessidde de funções de prioridade em ambientes de multiacesso
           é evidente. Uma vez que diferentes aplilcações impõem diversos
           requisitos ao sistema, é importante que o método de acesso seja
           capaz de responder às exigências particulares de cada uma dessas
           aplicações. Funções de prioridade oferecem a solução para esse
           problema.
           São várias as razões para a introdução de um esquema de prioridade
           em ambientes de multiacesso. Para ilustrar, tomemos como primeiro
           exemplo uma rede utilizada inicialmente para dar superte ao
           tráfego interativo entre terminais e computadores. Medidas têm
           demonstrado que apenas uma pequena utilização do canal é feita
           em tal tipo de aplicação (por exemplo, 4% da banda passante
           disponível em uma rede Ethernet na Xerox [Shoch 80]). Uma
           grande porção do canal encontra-se ociosa e poderia ser utilizada
           se permitísseemos um outro tipo de aplicação sumiltânea, como,
           por exeplo, transferência de arquivos entre computadores. Essa
           outraa aplicação, mesmo utilizando uma pequena percentagem da
           banda passane ociosa do canal, pode introduzir retardos
           indesejáveis no tráfego interatiivo, uma vez que disputa o
           acesso à rede com omesmo. A solução par aaa utilização do
           tráfego ocioso disponível, mantendo a níveis aceitáveis o
           tráfego interativo, pode exigir um esquema que dê às mensagens
           interativas uma prioridade sobre as mensagens de transferência
           de arquivos. Um esquema de prioridade de mensagens. seria então
           necessário.

           PROTOCOLO IEEE 802.3 (CSMA/CD)

           O ANSI/IEEE 802.3 (ISO 8802-3) é o padrão para redes em barra
           utilizando o CSMA/CD como método de acesso. O padrão provê a
           especificação necessária para redes em banda básica operando em
           1 e 10 Mbps, e para redes em banda larga operando a 10 Mbps.
           Ao tratar de redes em banda básica a 10 Mbps, o padrão ANSI/IEEE
           802.3 converge para a especificação da rede Ethernet [Xerox 80].
           Nesta seção como nas duas que se seguem, dividiremos a análise do
           padrão em três seções: a sintxe do protocolo de controle de
           acesso ao meio - MAC (Medium Access Control), a semântica do
           protoclo e o nível físico.

           Sintaxe do Protocolo da Camada MAC

           O campo de preâmbulo possui setee octetos usados para
           sincronização do transmissor e receptor, é a codificação
           utilizada por esse padrão. Cada octeto é formado pela seguência
           10101010.

           Preâmbulo       SFD     Destinatário    Remetente
           56 bits 8 bits  48 bits 48 bits 16 bits 368 bits  - 12 bits
           
           Comprimento       Dados        PAD    LLC       FCS
           32 bits

           O campo ddelimitador de início de quadro, SFD, é composto da
           seguência 10101011 e indica o início de um quadro.

           Semântica do Protocolo da Camada MAC
           A semântica do protocolo segue exatamente a descrição do
           protocolo CSMA/CD com retransmissão baseada no algoritmo
           truncated binary exponential backoff.

           PROTOCOLO PADRÃO 802.4 (Token Bus)

           ANSI/IEEE 802.4 (ISO 8802-4) é o padrão para redes em barra com
           sinalização em banda larga utilizando a passagem de permissão
           como método de acesso. Quatro tipos de meios em barra com as suas
           entidades correm particularmente pelas formas de sinalização
           especificadas parfa cada tipo de entidade do nível físico.

           Semântica do Protocolo da Camada MAC

           A operação normal do protocolo requer que a permissão seja
           enviada ao sucessor tão logo acabe a transmissão. Cada estação
           participante no ciclo lógico conhece o endereço da estação
           predecessora - PS - que lhe passa a permissão, e da próxima
           estação - NS - a quem deve passar a permissão.

           Quando um estáção possui a permissão, pode transmitir seeus
           quadros. Quando a transmissão termina, passa a permissão à sua
           estação sucessora. Estando de posse da permissão, uma estação
           podem também delegar seu direito de transmissão a uma outra
           estação enviando um quadro de pedido com resposta. A estação
           endereçada deeve então responder com um quadro de resposta,
           revertendo o direito de transmissão à estação anterior.
           Depois de enviar a permissão, a estação tenta obter uma evidência
           de que sua sucessora recebeu a permissão e de que estáa ativa. Se
           após o envio da permissão a estação de origem recebe um quadro
           válido, ela pressupões que a estação sucessora receebeu a
           permissão e está transmitindo.

           PROTOCOLO PADRÃO IEEE 802.5 (Token Ring)
           
           ANSI/IEEE 802.5 (ISO 8802-5) é o padrão para redes em anel
           utilizando passagem de permissão como método de acesso. O padrão
           provê a especificação necessária para redes em banda básica
           operando em 4 Mbps ou 16 Mbps, utilizando como meio de transmissão
           o par trançado.         

           Sintaxe do Protocolo da Camada MAC

           A figura abaixo apresenta os formatos dos quadros MAC. Quando
           uma estação não está transmitindo mensagens, deve transmitir 0s
           ou 1s, precedendo ou seguindo quadros válidos, de forma a evitar
           que o anel fique sem transmissão durante um intervalo de tempo.
           Todo quadro vai ter então de começar kcom um campo delimitador
           SD de um octeto, que possui o padrão JK0JK000, onde J e K são
           símbolos da codificação Manchester.
           1. Informação
           2. Permissão
           3. Aborto

           PROTOCOLO DE PADRÃO ANSI X3T9.5 (FDDI)

           O grupo de trabalho ANSI X3T9.5 foi formado, em 1980, com a
           finalidade de desenvolver uma rede alto desempenho de propósito
           geral. A idéia de desenvolver uma interface de dados de alta
           velocidade baseada no uso de fibra ótica foi trazida ao X3T9.5
           no encontro de outrubro de 1982. Em junho de 1983, as primeiras
           propostas para os níveis físico (PHY) e de acesso (MAC) foram
           submetidas. Nascia o FDDI, que adotou a estrutura do projeto
           IEEE 802 para redes locais. A escolha de fibra ótica omo meio
           de transmissão era justificada pela alta taxa de transmissão:
           100 Mbps. A escolha da arquitetura em anel era justificada pela
           facilidade de liigação ponto a ponto em fibra ótica e pelo
           excelente desempenho oferecido pelo anel com passagem de
           permissão (token ring multiple-token), uma variação do padrão
           IEEE 802.5 para a velocidade de 100 Mbps.          

           Esta seção é dedicadca ao estudo dos níveis Fisico e MAC da rede
           FDDI, que optou por utilizar a camada LLC tal como definida pelo
           padrão IEEE 802.2.

           Em junho de 1984 , reconhecendo que a tecnologia de fibra ótica
           ainda não estava suficientemente amadurrecida e que partes
           críticas do conjunto de prrotocolos FDDI dependiam de definições
           do protocolo de nível físico, o grupo de trabalho X3T9.5 resolveu
           dividir onível físico em duas partes: a subcamada superior PHJY e
           a subcamada inferior PMD, esta última mais ligada às
           características físicas do meio de transmissão e a primeira mais
           independente. No final de 1984, reconheceu-se a necessidade de
           um protocolo em separado para o gerenciamento da estação (SMT),
           o quarto protocolo do conjunto de protocolos que compõe a
           arquitetura FDDI básica.

           Em novembro de 1986, o protocolo MAC foi aprovado como padrão
           ANSI X3.139-1987. Nesse mesmo ano, começaram os projetos para a
           definiição do protocolo de nível físico PMD, e os primeiros
           circuitos integrados foram anunciados pela Advanced Micro
           Devices. Em 1988, os primeiros Cis tornaram-se disponíveis
           e começaram a aparecer os primeiros produtos. Também em 1988,
           oprotocolo para o nível físico PHY foi aprovado como padrão ANSI
           X3.148-1988. Em 1989, os protocolos MAC e PHY foram publicados
           como padrões internacionais ISO9314-2 [ISO 89d] e ISO 9314-1
           [ISO 89e], respectivamente.

           Hoje, padronizados em estudo e projeto, encontramos: os níveis
           MAC, PHY, PMD, SMT, já menciondos, os níveis MAC-2 e PHY-2
           (melhoras introduzidas no MAC e PHY), o controle híbrido para
           o anel FDEDI II, ou seja o HRC, e a utilização de outros meios
           físicos com a respectiva definição de seus protocolos: fibra
           ótica monomodo (SMF-PMD) para atingir maiores distâncias, fibra
           ótica de baixo custo (LCF-PMD), para trançado (TP-PMD) e o
           mapeamento do nível físico no padrão SONET (SPM).

           PROTOCOLO PADRÃO 802.6 (DQDB)

           O grupo de trabalho IEEE 802.6 foi formado no final de 1981,
           pela necessidade, levantada pelas companhias de comunicação
           de dados via satélite, da definição de um padrão para transporte
           de dados a alta velocidade dentro de uma região metropolitana,
           Em 1983 as indústrias de satélite abandonaram o projeto e, em
           1984, a primeira proposta para uma rede de alta velocidade
           apresentada (IEEE 792.6-1) pela Burroughs. No encontro de agosto
           de 1986, devido a uma reorganização da Burroughs, o projeto foi
           abandonado. O projeto foi retomado em setembro de 1986 com a
           apresentação de uma nova proposta (IEEE 802.6-2) pela Integrated
           Networks Corporation e Hasler AG, com contribuições da BellCorre,
           AT&T Bell Labs e Plessey. A proposta uusava uma estrutura FDDI
           para a transmissão de dados não isócronos, multiplexada com a
           estrutura issócrona da proposta anterior. Paralelamente foi
           apresentado ao comitê uma terceira proposta, denominada QPSX
           (Queued Packet and Synchronous circuit eXchange), pela Telecom da
           Austrália. No final de 1987 o grupo IEEE 802.6 resolveeu optar
           pela terceira proposta que já então era chamada de DQDB
           (Distributed Queue Dual Bus). Em 1988 as primeiras redes
           experimentais foram anunciadas (por exemplo, Bell Atlantic). Em
           1989, devido a problemas de equiidade, a opção de balanceamento
           de banda passante (BWB) foii incorporada à proposta de padrão. Em
           1990 foram iniciados vários projetos de redes experimentais
           (Nynex, US West etc.), algumas das quais já se encontram em
           pleno funcionamento e disponíveis comercialmente.

           ARQUITETURA TCP/IP

           Patrocinado pela Advanced Research Projects Agency (DARPA),
           ofereceum serviço orientado a conexão, e serviço não orientado
           à conexão (TCP - Transmission Control Protocol , IP - Internet
           Protocol).

           O corpo técnico que coordena o desenvolvimento de protocolos
           dessa arquitetura é um comitê denominado IAB (Internet Activity
           Board ) . O IAB é  formado por pesquisadores tendo a maioria
           deles projetado e implementado os protocolos da arquitetura
           Internet.

           Para que um protocolo se torne um padrão Internet é necessário
           documentá-lo através de uma RFC ( Request For Comments ). As RFCs
           podem ser obtidas por qualquer pessoa conectada à Internet. Da
           análise das RFCs surgem sugestões, e novas versões do protocolo
           podem ser elaboradas.
           A arquitetura Internet TCP/IP dá ênfase toda especial à
           interligação de diferentes tecnologias de redes . Portanto, a
           única forma de permitir que um grande volume de usuários possa
           trocar informações é interligar as redes às quais eles estão
           conectados, formando assim uma inter-rede.
           Para interligar duas redes distintas é necessário conectar
           uma máquina a ambas as redes, denominada internet gateway ou
           internet router. Tal máquina fica responsável pela tarefa de
           transferir mensagens de uma rede para outra.

           Os usuários veem a inter-rede como uma rede virtual única à qual
           todas as máquinas estão conectadas, não importando a forma física
           de interconexão.

           Þ No nível de aplicação, os usuários usam programas de aplicação
           para acessar os serviços disponíveis na inter-rede . As
           aplicações interagem com o nível de transporte para enviar e
           receber dados .

           Algumas aplicações disponíveis na internet TCP/IP são :

           1. Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), oferece um serviço
           store-and-forward para mensagens que carregam correspondências
           contendo textos.

           2. File Transfer Protocol (FTP), fornece o serviço de
           transferência de arquivos .

           3.  TELNET, que oferece um serviço de terminal virtual .

           4. Domain Name System (DNS), que oferece um serviço de mapeamento
           de nomes em endereços de rede .

           Þ A função básica do nível de transporte é permitir a comunicação
           fim-a-fim entre aplicações .

           Os seguintes serviços são fornecidos :

           1. Controle de erro
           2. Controle de fluxo
           3. Seqüencialização
           4. Multiplexação do acesso ao nível inter-rede

           O nível inter-rede é o responsável pela transferência de dados
           através da inter-rede, desde a máquina de origem até a máquina
           de destino, recebendo pedidos do nível de transporte para
           transmitir pacotes que, ao solicitar a transmissão, informa o
           endereço da máquina onde o pacote deverá ser entregue. O pacote é
           encapsulado em umdatagrama Ip, e o algoritmo de roteamento é
           executado para determinar se o datagrama pode ser entregue
           diretamente ou se deve ser repassado para um gateway . com
           base no resultado da avaliação do algoritmo de roteamento, o
           datagrama é passado para a interface de rede apropriada para
           então ser transmitido.

           A arquitetura Internet TCP/IP não faz nenhuma restrição às redes
           que são interligadas para formar a inter-rede . Portanto,
           qualquer tipo de rede pode ser ligada, bastando para isso que
           seja desenvolvida uma interface que compatibilize a tecnologia
           específica da rede com oprotocolo IP . Essa compatibilização é a
           função do nível de interface de rede .

           CONCLUSÃO

           Os protocolos dos níveis inferiores em redes locais se distinguem
           pelo fato de que devem tirar proveito das características de alto
           desempenho, baixo retardo e pequena taxa de erro do sistema de
           comunicação. Esta seção visa especificamente o conjunto de regras
           para acesso ao meio físico, que é uma das funções do nível de
           ligação do modelo OSI.

           Os protocolos de acesso ao meio foram  desenvolvidos na maioria
           dos casos para uma topologia particular de rede, no entanto
           devemos notar que muitas das estratégias de controle podem ser
           usadas em qualquer topologia, embora às vezes sejam mais
           adequadas a uma topologia particular.
           Na avaliação de protocolos de controle de acesso, atributos
           especívicos podem ser usados, tais como: capacidade, equidade
           ou justiça (fairness), prioridade, estabilidade em sobrecartga e
           retardo de transferência.
           Capacidade é a vazão máxima que o método de acesso pode tirar do
           meio, em percentagem da banda passante disponível. A taxa de
           transmissão, comprimento da rede, número de nós, tamanho do
           quadro, tamanho do cabeçalho e o retardo em cada estação (filas
           de espera, retransmissão, etc.) são algumas das variáveis que
           afetam a capacidade.

           Justiça no acesso é desejável na maioria das redes, a fim de
           permitir às estações o acesso aos recursos comprtilhados. Justiça
           não implica em ausência de prioridade de acesso. Implica
           simplesmente que a estação deverá ser tratada com igualdade
           dentro de sua classe de prioridade.

           O acesso com prioridade é desejável em várias aplicações,
           principalmente naquelas que envolvem controle em tempo real.
           Estabilidade é uma característica importante em aplicações onde o
           carregamento da rede é pesado. Protocolos de acesso que alocam
           intervalos separados para cada nó são bastante estáveis e não
           exisbem grandes variações de retardo. Esquemas baseados em
           contenção têm sua estabilidade bastante dependente da realização,
           exigindo sofisticações no tratamento de conflitos para tornar o
           protocolo mais restável.
           Retardo de transferência, é a ssoma dos retardos de acesso e de
           transmissão. O retardo de transferência é na grande maioria dos
           casos, senão em todos, uma variiável aleatória. No entanto, em
           alguns protocolos, o maior valor que o retardo de transferência
           pode assumir é limitado.
           Determinadas funções do protocolo de enlace estão algumas vezes
           diretamente relacionadas com o tipo de acesso ao meio, e devem
           ser levadas em conta na comparação desses diversos tipos. Dentre
           essas funções podemos citar a detecção de erro, o reconhecimento
           do recebimento, a transparência da informação, a sequenciação dos
           dados e o controle do fluxo de dados.
           Os métodos de acesso podem ser divididos em dois grandes grupos:
           os métodos baseados em contencão e os de acessso ordenado sem
           contencão.

           Bibliografia:

           Livros:
           Comunicação de Dados e Sistemas de Teleprocessamento
           Autor:  Silveira, Jorge Luis da
           Editora: MAKRON Books (McGraw-Hill)

           Rede de Computadores
           Autor: Soares, Luiz Fernando Gomes
                   Lemos, Guido
		   Colcher, Sérgio
           Editora: Campus - 2ª ediçao

           Proxima FW matéria especial TUDO sobre TCP/IP
                      
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